Alguns cuidados ajudam a prevenir as varizes na gravidez

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Um problema pouco conhecido, mas com muitos casos entre as mulheres é o de varizes no útero ou varizes pélvicas como também são conhecidas.

Além disso, também podem surgir nas virilhas, região íntima da mulher e no útero. Links úteis: As varizes do útero podem ser congênitas, porém, a grande maioria dos casos se agrava ou se manifesta nas mulheres portadoras da doença depois do parto. Após a gravidez é frequente o aparecimento de varizes devido à pressão exercida pelo útero nas veias pélvicas e também à ação hormonal, que provoca diminuição da tonicidade venosa. Desenvolvido por O surgimento de varizes no útero (ou varizes pélvicas) acontece devido à dilatação e alongamento das veias na região da pelve¹. O ecodopler colorido, apesar de ser um exame minimamente invasivo, auxilia no diagnóstico das varizes pélvicas, mostrando veias dilatadas na região dos ovários, do útero e do colo do útero¹. No caso das varizes pélvicas, todo cuidado é pouco, uma vez que as veias na região da pelve têm como função conduzir o sangue ao coração¹. Não é raro que a gravidez seja o início de uma doença venosa permanente, especialmente em mulheres com fatores de risco adicionais - tecido conjuntivo frouxo hereditário, ou excesso de peso. Alguns pacientes, principalmente aquelas mulheres que tiveram mais de 2 gestações, podem desenvolver dilatações dessas veias que drenam o sangue da região pélvica. Entre 60 e 90 dias após o parto, o corpo da mulher volta quase ao normal e as varizes tendem a diminuir.

Varizes na gravidez: são comuns? por que isso acontece? é possível evitar? Conheça as dicas para uma circulação saudável na gestação.

  • Dor nos testículos;
  • Inchaço da região íntima;
  • Aumento da temperatura no local.

No entanto, uma grande quantidade de gestantes, que tiveram veias dilatadas nos membros inferiores durante a gravidez, permanecerá com o problema em algum grau e terá necessidade de tratamento.

Juliana Puggina Cirurgia Vascular e Endovascular CRM-SP 134.963 As varizes, apesar de serem mais comuns nas pernas, também podem acometer as veias da região pélvica. Essas varizes da região pélvica podem levar a quadro de dor durante e após a relação sexual e dor na parte inferior do abdome, a chamada dor pélvica crônica. Síndrome da Congestão Pélvica: entenda o que é isso As varizes pélvicas são veias dilatadas ao redor dos órgãos da pelve, como útero e ovários. O refluxo nas veias da região pélvica podem, inclusive, ser causa de reaparecimento de varizes nas pernas daquelas mulheres que já realizaram cirurgia para varizes. Com o tratamento atempado, a varicicidade dos lábios durante a gravidez não é um obstáculo para a gestação bem sucedida do feto e o curso normal do trabalho. Algumas vezes manifestam-se ou agravam-se após o parto, devido ao maior fluxo sanguíneo e à compressão das veias ováricas pelo útero portador de gravidez. As varizes vaginais ocorrem em cerca de 2 a 10% das grávidas, a maioria desaparece algum tempo após o parto, porém podem persistir pontualmente depois de vários casos de gravidez. Devido ao grande volume ocupado pelo útero, que começa a comprimir o diafragma, você poderá sentir alguma dificuldade em respirar, mas isso é perfeitamente normal nessa fase da gravidez. A incidência de varizes pélvicas aumenta conforme a idade avança e também podem surgir com maior intensidade durante a gravidez, regredindo após o parto.

Quais são os sintomas das varizes pélvicas / Síndrome de Congestão Pélvica?

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As varizes pélvicas são causadas pela dilatação das veias que drenam o sangue dos órgãos pélvicos (útero e ovários).

Dentre as conseqüências graves da doença inflamatória pélvica estão infertilidade, gravidez ectópica (fora do útero), formação de abscesso e dor pélvica crônica. Quanto mais parceiros sexuais a mulher tiver, maior será seu risco para doença inflamatória pélvica pelo potencial de se expor mais a agentes infecciosos. A mulher cujo parceiro sexual tenha relações sexuais com outras pessoas também possui maior risco para doença inflamatória pélvica. Os exames mais pedidos para o diagnósticos são: Estudos indicam que aproximadamente 39,1% das mulheres em algum momento da vida ter dor abdominal crônica, provavelmente associadas as varizes pélvicas. Embora sejam mais raras, as varizes também se podem desenvolver na região genital, especialmente após o parto ou com o envelhecimento natural. A gravidez é outro fator que pode provocar o crescimento das varizes e ainda aumentar a cada nova gestação Uma das dúvidas mais comuns é quanto a depilação. As doenças que podem tornar a gravidez de risco são cada vez mais comuns, tanto pelo fator das mulheres engravidarem mais tardiamente como pelo modo de vida adotado. Os problemas de saúde podem aparecer mesmo antes da gravidez e já outras mulheres ficarem doentes durante a gestação. Exemplos de doenças que podem levar à uma gravidez de risco: Quando a mulher já apresenta problemas de pressão alta mesmo sem estar gestante, a gravidez se caracteriza de risco.

  • Dor abdominal;
  • Dor durante o contato íntimo;
  • Sensação de peso na região íntima;
  • Incontinência urinária;
  • Aumento da menstruação.

Mulheres que possuem problemas com contrações verdadeiras durante toda a gestação também são consideradas como gravidez de risco.

Essas contrações são a fase inicial do parto e são passiveis de serem medicadas durante os meses de gestação que se apresentam como um risco. Enquanto em uma gravidez considerada normal, a mulher faz cerca de cinco ultrassons, uma gestação de alto risco pode fazer cerca de 10, 12 por gestação. Foto: Gabi Butcher, Alison Curtis As varizes no útero, também conhecidas como varizes pélvicas, surgem devido à dilatação e alongamento das veias na região pélvica. Apesar de as varizes pélvicas também afetarem o sexo masculino, as mulheres são as mais afetadas pelo problema sendo mais difícil de identificar. A incidência deste problema aumenta com o avançar da idade da mulher e também pode surgir mais intensamente durante a gestação, regredindo após o parto. Durante o tratamento para varizes pélvicas, o paciente deve ter alguns cuidados como: Estes cuidados ajudam na compressão das veias e no retorno do sangue para o coração. Já a vagina inchada na gravidez é uma alteração comum e normal, mas pode se tornar incômodo para algumas mulheres, principalmente se acompanhada da sensação de vagina quente. Algumas mulheres relatam que se sentem mais “apertadas” durante a gravidez, isso é ocasionado pelas mudanças vaginais na gestação e de sua textura, devido as variações hormonais. Juliana Amato, ginecologista e obstetra da Amato Instituto de Medicina Avançada, que garante que as mulheres com varizes pélvicas podem engravidar, “mas devem fazer o tratamento antes.

Nas mulheres esta síndrome apresenta-se como varizes pélvicas propriamente ditas, costuma surgir após os 30 anos de idade e geralmente após a 2ª gestação.

As varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente no útero, trompas ou ovários, na mulher, e nos testículos no homem, que se chama varicocele. O ginecologista faz o diagnóstico e tratamento das varizes pélvicas nas mulheres, e o urologista nos homens, através de exames, como eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. As varizes pélvicas na gravidez podem ser frequentes devido ao aumento do volume de sangue na grávida e ao efeito relaxante dos hormônios durante a gestação. Quando as varizes pélvicas surgem na gestação, não impedem o parto normal e tendem a diminuir após a gravidez. Normalmente as varizes aumentam na gravidez pois a pressão do útero sobre as veias pélvicas e cava inferior é maior. Há contraindicação para parto normal?Priscila Gualberto, de Divinópolis (MG) WLADIMIR TABORDA: Algumas mulheres apresentam dilatação nas veias da região pélvica ou na vulva, o que pode provocar dor. Sendo assim, cabe a dúvida: “Uma vez que as varizes são quase inevitáveis após a gravidez, melhor esperar engravidar e buscar tratamento depois dessa fase? O fluxo invertido em alguma dessas veias podem causar varizes pélvicas e a síndrome da congestão pélvica. As varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente ao redor do útero, trompas e ovários, na mulher. O médico faz o diagnóstico e tratamento das varizes pélvicas nas mulheres, através de exames como eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. 39,1% das mulheres em algum momento da vida terão dor pélvica crônica, que pode estar associada às varizes pelvicas. Os exames que diagnosticam as varizes pélvicas nas mulheres são eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. As mulheres com varizes pélvicas podem engravidar, mas devem fazer o tratamento antes. Em algum momento da vida, 39,1% das mulheres terão dor pélvica crônica, que podem estar associadas às varizes pélvicas.